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domingo, 28 de abril de 2013

Hoje Sou mais Livre que Ontem

Obrigado, Seres de Luz, que vos aproximais de mim, e apenas com a vossa presença, inter-actuais nas profundas mudanças do ADN da Vida. 

“Seres de Luz” = “Todo o indivíduo vivendo em desapego de Maya e consciente da Unidade Fractal Holográfica Universal, vivendo no seu interior a experiência mágica de como biliões de seres celulares e microorganismos que interconectam a luz biofotónica do Universo, dão forma ao corpo humano, (o corpo é humano – O Ser é Infinito). Aquilo que sempre somos é mais além de toda a manifestação e definição ilusória mental. 

A experiência na vida tem de ser Coerente: equilíbrio de pensamento, harmonia de sentimento, acção sábia e justa na vida diária. 

No desapego com o qual me brinda a Consciência Universal, simplesmente observo como a percepção dos enganosos sentidos se aquietam. Esta experiência liberta-me do conhecimento ilusório da mente e do apego egóico. 
O Ser Supremo não tem forma, “Aquilo que sempre se manifesta” no seu conjunto, é como um cenário no qual estas forças da consciência dançam ao ritmo do tempo. A mais importante de todas elas é conhecida como “ordem causal” e impõe a sequência da manifestação dos fenómenos. Também é conhecida por intencionalidade, vontade, acção, querer, etc. 
No coração é onde reside o Atman. Ele é a fonte de centenas de caminhos, ele é cem em cada um e em cada um destes últimos, mil vezes setenta e duas ramificações. O Átomo sob a influência da vibração fractal universal holográfica forma o vazio quântico da coerência cardíaca (aí a mente encontra-se calma). Ao activar a reconexão espiritual do ADN, abrimos a porta à Consciência. Libertando-nos de Jiva: o ser imbuído de Ahamkara ou Ego, o conceito de separação da existência individual. 

Agora vivo a ditosa paz de uma Alma consciente de si mesma e consciente de ter encontrado o seu próprio lugar no coração do Eterno. Esta possibilidade de ser no coração do Eterno é “Brahma-Nirvana”. 

O brilho, a clareza, a tranquilidade mental, a alegria, o desapego aos objectos sensoriais, surgirão ao Som mágico do Vazio Quântico do coração, sempre que se realize sem intencionalidade egoísta nem desejo que o limite. 

Hoje graças a ti sou mais livre, mais consciente, graças pelo teu ressoar na liberdade. 
OM TAT SAT

quarta-feira, 21 de março de 2012

CRIANDO ONDAS DE LUZ

“Criando Ondas de Luz”
“Vivendo Partículas de Amor”
“Liberdade espiritual” 

Vibrações negativas: um livro no qual se lê “por minha culpa” por minha “santíssima culpa”… A informação negativa que transmite fica bem impregnada na nossa memória celular. 


Ao realizar o Samadhi (iluminação), será que obtemos siddhis (poderes sobrenaturais)? Para poder mostrar os siddhis deve haver a quem os mostrar. Isto quer dizer que não há sabedoria (Gnana) naquele que os mostra. Portanto, não vale a pena dedicar-lhe nem um só pensamento. Apenas se deve tentar alcançar a sabedoria.

Hoje, mais do que nunca é necessário meditar e saber que rumo de possibilidades damos à nossa existência. Podemos ser escravos do fazer e do ter ou libertarmo-nos no fluir de Ser. Dizem os sábios a vida na Terra dedicada ao Ego e ao ter é  uma “Ilusão” . 
A Existência vivida sem o apego do ter  ajuda-nos a libertarmo-nos e  reintegra-nos conscientemente ao que na Verdade Somos. 
Amigo, irmão e Ser de Luz, viver é muito agradável. E viver amando com Sabedoria é a chave da Auto-realização. 


OM TAT SAT 

sábado, 27 de agosto de 2011

QUEM SOFRE?


Sinto o sofrimento formar parte de mim, sinto-o desde o dia em que nasci, e inclusive antes. Sofro fisicamente-emocionalmente-mentalmente, nunca me senti feliz. Minha mãe costumava dizer  que quando ficou grávida de mim, viveu um processo muito doloroso e durante  o parto surgiram muitas complicações e aí o seu sofrimento foi-me transmitido, o qual percebi intensamente na minha memória celular.


Porque sofro tanto? Se eu não fiz nenhum mal nesta vida. Pode estar relacionado o meu sofrimento com o que fiz (Karma) em outras vidas?.
Experimentas sofrimento nesta vida e perguntas se a causa dessa vida tem conexão com uma vida anterior, e assim sucessivamente. Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Com esta atitude e interrogatório não há fim à série causal. Certifica-te que todas as vidas fenoménicas (Samsara) têm a sua causa primordial em Maya (Ignorância-apego).

 

Essa ignorância é eliminada mediante a Auto-indagação (Filosofia Vedanta Advaita). Os sábios “Advaita” (não-dualidade), sustêm que se pode alcançar a Consciência permanente do Atman (Essência), meramente ao livrar-se da ideia de que existe um ser individual que actua através do corpo e da mente.
Este sofrimento afecta-te enquanto dormes? Não!   
       
Qual é a diferença real entre o homem desperto que sofre e o mesmo homem que quando  dorme deixa as preocupações e não sofre?  Se, continuas a ser a mesma pessoa, pois então seguramente essas preocupações não te pertencem. Tu és erroneamente responsável se assumes que te pertencem (Maya-Ego).

O ciclo diurno na pessoa que sofre, é dominado pela mente (condicionamento aprendido) e devido ao apego mental (ego), sofre.  No ciclo nocturno abre-se a conexão do subconsciente no Atman (Essência Eterna) e pela Intuição no “Eu sou o que sou”  libertamo-nos do apego ao sofrimento.

OM TAT SAT

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Libertação da Solidão

O sentimento de Solidão é, afinal, um bloqueio no fluir da Energia Universal.
O Ego é chamado de  “o nó entre a consciência e o corpo inerte”. 
Devemos distinguir entre o “Eu Sou”, puro em si mesmo, e o conceito do “Eu”. Este último, ao não ser mais do que  um mero pensamento, vê o sujeito e objecto, dorme, acorda, come e pensa, morre e volta a  renascer. Mas, o “Eu Sou” é o puro Ser, a existência eterna, livre de toda a ignorância e ilusão de pensamentos de solidão.
Quando se vive identificado ao Ego e se sente erroneamente a solidão procuram-se evasões de vários tipos: em actividades triviais, insensatas, brutais ou “espirituais”.
Agora percebo que qualquer forma de evasão, seja ela de forma subtil, consciente, inconsciente, deliberada ou uma acção da vontade, não soluciona esta situação criada na mente.

Toda a exigência de relação surgida na mente humana com outra pessoa baseada na sua própria urgência, impede que surja o amor. Sabemos que só há amor quando acaba o sofrimento (apego – ignorância).

OM TAT SAT

domingo, 12 de junho de 2011

AUTO-INDAGAÇÃO

Quando sei que “Eu Sou”

O que somos não pode ser definido com palavras… SER é uma experiência autêntica em cada individualidade.
O ABSOLUTO - o que somos não pode ser explicado, há de ser experimentado - vivido – CONSCIÊNCIA.
O ABSOLUTO – “Eu Sou o que Sou” manifesta-se na Consciência, (experiência de SER).
Existe quando se possibilita a criação da MENTE (condicionante permanente aprendido).
Realidade que não é Verdade, pois a mente é criadora do Ego, o qual por sua vez se identifica com a ignorância, (apego e desejo daquilo que não é).
Assim, cada manifestação individual identifica-se com umas tendências limitadoras concretas e é em função disso que criamos a própria realidade.

Liberta-te do erroneamente aprendido, pois existe uma grande possibilidade de Ser.

Quando sei que “Eu Sou o que Sou”
Quando já não surge a ideia de que “este Sou”, “esse Sou”,  o “Eu Sou” não se afirma a si mesmo, consistindo em ver o falso como falso e rejeitá-lo. É inútil buscar o “Eu Sou” quando a mente está identificada em MAYA (Ignorância). Antes que se manifeste nela o “Eu Sou” deve ser totalmente purgada do falso.

A educação, as crenças, os dogmas nesta vida, possibilitam Oscuridade-Ignorância na Existência.
Dizemos: somos seres do Planeta Terra, quando na realidade seria mais correcto dizer o Planeta Água. Recorda que o Planeta esta composto de uns 70% de água e uns 30% de Terra.
O trabalho desinteressado e feito com Amor… é Harmonia Eterna. É igual que a Natureza, criando os formosos jardins existentes no Planeta.

Esta atitude consciente manifesta a Consciência da Verdade, “Eu Sou o que Sou”.
Que ajuda necessita para se conhecer a si mesmo? As pessoas querem ver no Atman algo novo, mas é algo eterno e sempre seguirá sendo o mesmo. Apenas é o que é. É impossível defini-lo. A melhor definição é “Eu Sou o que Sou”

OM TAT SAT