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quarta-feira, 11 de junho de 2014

MEDITAÇÃO NADABRAHMA ®

 

    Meditação Nadabrahma ®

    Aprenda a silenciar a mente!


A partir de SETEMBRO, o Centro Kailas irá disponibilizar uma sessão, com carácter mensal, de Meditação Nadabrahma® 


"A meditação não é a solução para nenhum problema em particular – ela não resolve nada. Ela simplesmente o ajuda a sair da mente, a criadora dos problemas; ela simplesmente o ajuda a deslizar para fora da mente, como uma cobra desliza para fora de sua velha pele. Uma vez que descubra que você não é a mente, a grande transcendência aconteceu. De repente, todos os problemas se tornam insignificantes e, lentamente, se evaporam. Você é deixado com uma profunda paz – um grande Silêncio prevalece. Esse Silêncio é a solução. Essa paz é a resposta. A resposta de todas as respostas." (Osho)

Quando falamos de meditação, certamente os tibetanos são as pessoas que possuem a palavra de ouro. Isto porque eles são os responsáveis por terem desenvolvido numerosas técnicas de meditação ao longo da história, algumas delas associadas ao budismo e outras associadas a outras religiões. Estas técnicas foram escritas em livros espirituais e religiosos, mas em diversas ocasiões foram incorporados a eles em séculos recentes.


A meditação Nadabrahma®  é uma delas, considerada uma celebração ao “Divino”, que através da entoação de um som (mantra), de um conjunto de movimentos para incorporação e dádiva partilhada das bênçãos divinas e de um saborear dessas bênçãos e dos seus efeitos, está dividida em três simples etapas: 

A primeira etapa consiste em sentar-se bem confortável numa posição relaxada. De olhos fechados e concentrado na própria respiração, estando num estado mental apropriado, comece a emitir um som para criar uma vibração que irá percorrer todo o seu corpo sentindo fortemente a vibração.

A segunda etapa consiste em movimentar suas mãos com as palmas viradas para cima. O movimento deve estar dirigido para fora, partindo do umbigo, passando pelos joelhos e saindo, para logo voltar ao ponto original de partida. Este movimento deve ser circular e de ida e volta.

Finalmentea terceira etapa consiste em fechar a meditação onde permanecerá deitado ou sentado, relaxando, percebendo as sensações que fluem pelo seu corpo e ficam nele. in outra medicina

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Cada sessão de Meditação Nadabrahma® tem duração 1 hora 
Para maior conforto e liberdade de movimentos, os participantes devem trazer roupa confortável, 1 par de peúgas e vendas para os olhos (écharpe em alternativa).

 | Duração: 60 min.  | JULHO: 9 |  21h

Venha sentir e vivenciar a experiência de uma das meditações OSHO, a Meditação Nadabrahma®.  Conhecidas um pouco por todo o mundo, estas meditações actuam em nós como uma cura subtil transformadora que nos devolve a sintonia com a energia universal e o nosso ser interior.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

“Mundos Internos, Mundos Externos” - documentário que faz viagem pelo Universo com Bóson, Tesla, Vedas e Buda

“A real crise em nosso mundo não é a crise social, política ou econômica. É uma crise de consciência, uma incapacidade de experimentarmos diretamente nossa verdadeira natureza. Uma incapacidade de reconhecer essa natureza em todos e em todas as coisas.” 
trecho de Inner Worlds Outer Worlds (2012)

Um documentário recém-lançado e intitulado “Mundos Internos, Mundos Externos” (Inner Worlds Outer Worlds), do canadense Daniel Schmidt, explora de maneira rica e visualmente atraente a conhecida sabedoria antiga – Védica e Hermética - que afirma que “Assim como no microcosmo, também no macrocosmo”. Reunindo conhecimento actualizado como a descoberta recente do Bóson de Higgs, trazendo conhecimentos ancestrais como dos Vedas, do Budismo e da Kaballah, passando por insights de cientistas como Nikola Tesla (“estudou com Swami Vivekananda”, um conhecido yogue indiano) e do matemático Benoit Mandelbrot, além de citar de passagem Heráclito, Einstein, Goethe, Richard Feynman e Kierkegaard e buscando o cruzamento dessas fontes de conhecimento, “Mundos Internos Mundos Externos” também apresenta com riqueza visual os caminhos que a ciência e a sabedoria antiga percorrem para entender o universo, como os padrões de fractais (de Mandelbrot) e dos sons na matéria física como areia e água (de Chladni).

A primeira parte do documentário, que segue abaixo na íntegra e legendada em português (única parte legendada por enquanto), é chamada “Akasha“, uma palavra em sânscrito que pode ser traduzida como “éter” ou “espaço“, algo como um vácuo ou o “nada”, ou ainda, por aproximação, algo para o qual o Bóson de Higgs parece se aproximar. Mas, “como Einstein percebeu, o espaço vazio não é realmente vazio“. Com a voz prodigiosa da narração de Patrick Sweeney, essa parte do documentário traz cenas deslumbrantes como a sequência de fractais em movimento a partir do minuto 8:18 (um pouco antes há o buddhabrot) os efeitos da vibração e do som na água e na areia (Cimática), imagens do universo da Nasa e da Esa, animações com imagens de Buda e de laboratórios científicos, e também explora o conceito ocidental de Logos, o conceito védico de Nada Brahma, as possibilidades das descobertas da meditação e, no fim, encerra com uma citação budista sobre o Dharma.
O director Daniel Schmidt também é músico e professor de meditação, e diz que fez o documentário para sintetizar e divulgar o que estava começando a enxergar com a própria prática. “Conforme foi percebendo por insights meditativos, Daniel viu que as mesmas realizações já tinham sido descobertas por tradições espirituais ao redor do mundo e que todas as tradições compartilhavam um mesmo ponto místico em comum”, informa o site oficial do documentário.
“Assim como acima, abaixo.”
Hermes Trismegistus, na Tábua de Esmeralda
 in dharmalog