O CENTRO KAILAS, é um Espaço onde são desenvolvidas actividades em prol da Saúde e Bem-estar, em todas as vertentes: F-M-E-E ... As terapias holísticas são também chamadas de terapias complementares, uma vez que seu objectivo principal é complementar (e não substituir) os métodos de tratamentos tradicionais já existentes no Ocidente.
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
VIVER O AMOR LIBERTA O SER
Que libertação saber que a atitude de Amor vence sempre ao rancor e ao
ódio.
No aquietamento da mente, o silêncio do Vazio Quântico penetra “Tudo”.
Por isso sei que o que chamamos mente, é uma conceptualização errónea na limitada percepção sensorial
dos sentidos. Esta limitação condiciona o que chamamos ego, e assim nas crenças
repetimos constantemente os apegos e desejos criados em Maya-Ilusão.
Hoje sou consciente e vivo em harmonia
com a não-acção. Saber quem é o “Criador” liberta-nos do apego erróneo de
pensar que somos nós os que criamos.
A sabedoria real não está
nas palavras mas sim no silêncio que existe entre elas. Por esse
motivo o homem sábio, realizado, dá os ensinamentos sem palavras. Assim não é o
criador de novos dogmas.
Na loucura de Maya-ignorância todos se esforçam e
lutam por conseguir e acumular coisas, e todavia não são conscientes da eficácia
na não-acção. E muito poucos no mundo chegam a compreendê-lo.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
SIMPLESMENTE JUSTIÇA
A atitude equilibrada possibilita a absorção de uma boa vibração, a qual hoje sabemos que ao estar mais positivos atraímos, também, maior bem-estar às nossas vidas.
Com sábia harmonia equilibra-se o correcto
funcionamento dos órgãos do corpo, tendo como
consequência a manifestação de saúde.
Com sábia intencionalidade no caminho da vida são
superados os diferentes obstáculos. (Maya-ignorância).
Com sábia quietude mental e a não-acção conquista-se
o mundo.
Isto que implica? Auto-indagação consciente!
Com a imposição de limitações e proibições na
sociedade actual, temos como consequência os cortes na liberdade do indivíduo e
restrições na sua economia, os quais irão resultar em estado de pobreza e sofrimento.
Também há a
possibilidade que a massa social produza uma verdadeira mudança individual e
colabore na transformação do modelo actual.
A história ensina-nos
que quanta mais repressão, mais gastos militares, mais alterações sociais têm
ocorrido na sociedade.
Os factos parecem
confirmar que quanta mais astúcia e corrupção correspondente, mais atitudes
estranhas ocorrem e todas elas longe do verdadeiro interesse popular. As
pessoas simplesmente querem justiça e não corrupção.
É bem sabido que quanto mais leis, decretos,
impostos, mais ladrões e corruptos aparecem.
Por isso nos tempos actuais não há que fazer aquilo
que não é justo. Por exemplo: pagar a corruptos ou ladrões, (políticos e
banqueiros) .. então a vida social se equilibra. Deixemos fluir a vida e deixemos que às pessoas
também flua. Na profunda e harmónica quietude tudo melhora (por quietude se
entende acção consciente). Não especulemos mais com a vida de ninguém e
assim a sociedade é harmonizada. Não pratiquemos mais violência sobre os seres
sencientes, assim o amor se manifesta no coração Vive em harmonia e
equilíbrio com a natureza.
Liberta-te do desejo e dos apegos (materiais-emocionais-mentais), na simplicidade e colaboração de uns com os outros, a sociedade torna-se mais simples e a convivência mais harmoniosa.
OM TAT SAT - RAMALA SHIVA
terça-feira, 9 de julho de 2013
ECOS da ALMA
Viver em aquietamento mental, facilita
a libertação da criação ilusória,(Maya-Ignorância) dum mundo que erroneamente
percebemos e experimentamos como algo separado da sua Essência (Dualidade).
Geralmente falamos de mudança das
coisas, buscamos a chamada mudança interior e em algum de nós, também surge o
desejo de querer mudar o mundo. Com que facilidade nos esquecemos que “Aquilo
que sempre É”, é Eterno, e como tal não é sujeito a mudanças.
As mudanças são produzidas na mente
(Maya-Ilusão). O mundo manifestando-se separado, é uma criação na mente. Somos
Unidade Fractal Holográfica em interconexão eterna, por isso não procures mais
fora, sê apenas consciente em Atman. Verdadeiro “Eu sou o que Sou” sempre
presente e sempre o estamos a experimentar, mas apenas se alcança ao tomar
autêntica consciência d’ Ele quando se interrompem as tendências
auto-limitadoras da Mente.
No Atman não existem sujeitos nem
objectos, mas apenas a percepção de ser, e uma vez que se trata de uma
percepção consciente também se denomina Consciência.
OM TAT SAT - RAMALA SHIVA
quinta-feira, 21 de março de 2013
UMA SEMENTE CHEIA DE LUZ
Na transmutação consciente, observa como numa
gota de sémen plena de Amor Incondicional, a qual contém a in-formação
e imagem de Todo o Universo.
O milagre da Vida consciente manifesta-se
quando vivemos em a coerência cardíaca (Amor Incondicional). O que sempre É, é
sem nascimento (Purusha-Consciência) e (Prakriti-Natureza) não têm forma,
portanto, como podem ser destruídos? Liberta-te dos condicionantes limitadores
e não atraias mais insegurança e medo.
Ao perceber Maya como Maya, a mente aquieta-se
e a actividade dos pensamentos egóicos desaparecem, ficamos livres da ilusão e
dos apegos.
Para aquele que vive o desaparecimento do Ego, consegue a
felicidade. Aquele que vive identificado a Maya-Ignorância (ego) experimenta
sofrimento traumático. Recordemos que no mundo Maya-Ilusão, tudo é sofrimento
(o sofrimento pode converter-se num estímulo para cultivar a renúncia, a
compaixão e realizar práticas de purificação).
Liberte-se! Aquele que pensa que o conhecimento
é uma conquista sua, então está todavia longe do auto-conhecimento não-dual
(Coerência-Consciente).
Viver identificado à necessidade de evoluir (Ser), é escravidão. Lembra-se sempre “se não existe necessidade “apego”, não existe escravidão.
Retornemos à espontaneidade como quando éramos crianças, livres
de condicionamentos, bricando, rindo e amando a Vida. Aquilo que sempre Somos,
é sem forma. Os nomes e as formas são apegos erróneos identificados pelo corpo.
É errado viver identificado com o corpo, sendo isso o primeiro e último erro. Lembre-se da semente que criou o corpo, a vida do corpo, no qual se experimenta o mundo devido a ela. A semente desaparece e você está em estado eterno. Tal como a árvore brota de uma semente, assim também brota a aseidade (atributo divino essencial e fundamental, que consiste em derivar sua existência de si mesmo) e este mundo inteiro (como é acima e abaixo) observa a semente do Big Bang.
Quem és tu?, pergunta o sábio. “Eu sou Tu” responde o discípulo. Agora é hora de descobrir quem é aquele que É.
OM TAT SAT
domingo, 6 de janeiro de 2013
Gñana = “Consciência no Ser"
Ser consciente do Ser, manifesta ausência de apego,
pureza, amor incondicional. Gñana é Tudo.
Convém saber que
“Aquilo que Somos” eternamente é Consciência, que é teu outro nome. Saber que
somos sempre Consciência, possibilita a compreensão interior de que não é
necessário alcançá-la nem cultivá-la. A única coisa a perceber é
deixar de se identificar e viver apegado à coisas, ou seja, “aquilo que não
és” (Maya-Ilusão).
Quando nos livramos do
apego em “Maya-Ignorância”, então percebemos a quietude da “Mente=pensamentos”,
possibilitando sentir no interior do coração a Consciência Pura (sem forma-sem
tempo), e isso é que é o Atman.
Se o Atman é consciente
por si mesmo, porque é que não sou consciente dele nem sequer agora?
Ernest
Rutherford, descobriu que o átomo é na sua maioria vazio. A grande
pergunta, então, é: como é que os átomos vazios podem formar o mundo sólido que
nos rodeia? A chamada realidade dual não existe. Os teus conceitos e apegos
actuais são fruto do ego e sabemos muito bem que toda a experiência mental é
“Maya-Ignorância”.
Sri Ramana Maharshi
ensina-nos que a Consciência não está limitada nos nossos cérebros ou corpos.
Em toda a percepção mental (Maya-Relativo), necessita-se um sujeito e um
objecto, enquanto que a Consciência do Ser, é Absoluta e
não requer objecto nenhum. Na vivência no Dual, quem se pode lembrar
de quem? O Atman é “Eternamente Presente”.
Agora a personalidade
faz uma identificação incorrecta do Atman com o corpo, os sentidos, etc.
Eliminá-los, e isso é Neti no hinduísmo, em particular no gñana yoga
(o Yoga do conhecimento) e no ADVAITA VEDANTA, neti neti é um
conceito que significa ‘não isto, não aquilo’, o ‘nem isto, nem aquilo’ (neti é
a forma sandhi de na-iti: ‘não é tal’). Mas, isso só se pode fazer agarrando-se
àquilo que não se pode eliminar. Isso é Iti, (Aquilo que sempre É).
Nesse sentido, neti
neti não é uma negação. Pelo contrário, é uma afirmação de que o que quer que
seja o Divino, quando se tenta compreendê-lo com palavras humanas, estas sempre
ficarão inevitavelmente curtas, pois somos limitados em entendimento, assim
como a capacidade para expressar com palavras o transcendente.
Não somos o ego, nem
somos nada de nada. Nem isto, nem aquilo.
Os seguidores das
escolas do “Sou Brahman” e “neti neti” compartilham da crença de que se pode
descobrir o Atman com a mente, seja mediante afirmações ou negações. Esta
crença de que a mente mediante as suas próprias acções pode alcançar o Atman,
constitui a origem da maioria dos erros mais frequentes sobre
a prática da Auto-indagação (Vichara).
A auto-indagação,
"Atman-Vichara", sobre a nossa Realidade Interna (o que somos
realmente), é considerada como a forma mais potente de meditação hinduísta, na
mais pura tradição ADVAITA VEDANTA e conecta-se com a tradição esotérica grega
da escola pré-socrática, em cujos templos e academias rezava a inscrição
délfica (Delfos) “GNOTI SEAUTON” (“ Conhece-te a ti mesmo e conhecerás os Deuses
“).
OM TAT SAT
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Auto-indagação muito além de Maya
Para
existir em MAYA-ILUSÃO há a necessidade do corpo, das emoções e dos
pensamentos. A Consciência de SER, não é sujeita a manifestações de fenómenos,
“Aquele que sempre É não pode ser descrito, simplesmente É.
Os pensamentos vêm e vão, maus ou bons, o que quer que sejam. No entanto, você não se deve inquietar, devido a que você (“Aquilo que sempre É”) nunca se perde. Assim pois, digo sempre, esteja você no céu ou no inferno, diga sempre que “EU SOU”
Observa, quando existimos identificados (apegados) com o corpo existe a limitação de perciber “Aquilo que Somos”. Quando nos libertamos do apego material-emocional-mental, possibilita-se a percepção do Éter-Consciência, estando agora completamente abertos, mas todavia o indivíduo não quer libertar-se do apego às manifestações e isso é ego. Libera-te do ego, e então vives consciente “Eu sou o que Sou” (Absoluto).
Recorda as palabras de um Ser Realizado, “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. Matam o meu corpo, mas não podem matar-me a mim”.
O conhecimento e apego mental é a maior ignorância.
Nos Sutras encontram-se as cinco principais causas do porquê sofre a humanidade. Cinco coisas que nos causam dor, angústia e sofrimento, e cinco questões que nos impedem de chegar a um estado de iluminação. Falamos de Kleshas:
Avidya - O chefe deles. Com efeito, é devido a isto que surgem, e se expressam os outros quatro. Avidya significa IGNORÂNCIA. Não é como as coisas realmente são. É a ilusão que temos acerca de "nosso pequeno mundo" onde a maioria das vezes fechamos os olhos e o coração, e não deixamos que a verdade seja revelada.
OM TAT SAT
Recorda que ser humilde, não é ser menos que
alguém. É saber que não somos mais do que ninguém.
“Brahman-Deus-Absoluto-Tao”, a cada dia nos dá
86.400 segundos, dos quais apenas são utilizados um par de segundos para
se dar graças.
Devemos ver que o corpo é o campo no qual
aparece o medo, a ansiedade, a defesa e a agressão. Não obstante, a ênfase não
deve ser colocada no corpo, mas sim na presença, na Auto-indagação Consciente.
O ensinamento aponta directamente ao que não
pode ser ensinado. As palavras, as acções, são umas muletas e este suporte
perde gradualmente a sua concretização até que subitamente te encontras um dia
em um não-estado que não pode ser ensinado.
As formulações são símbolos, indicações, e no
final já não vês o símbolo senão aquilo a que o símbolo aponta.
Os velhos esquemas de pensar e actuar, de falsa
identificação com o corpo, ao ter perdido a sua concretização, não tinham
qualquer apoio.
Na interiorização da Auto-indagação, percebe-se
que mesmo que não se faça nenhuma mudança voluntária, muitos dos apegos que
haviam prevalecido na época anterior (antes da mudança efectuada)
desapareceram. Havia sido seduzido por nomes e por formas, as quais me havia
esforçado em possuir e alcançar, mas na vivência consciente da in-formação
interior, possibilitou-se um mundo de novas circunstâncias harmoniosas. A
vivência Sáttvica é transformação consciente das limitações de Maya-Ignorância.
Os pensamentos vêm e vão, maus ou bons, o que quer que sejam. No entanto, você não se deve inquietar, devido a que você (“Aquilo que sempre É”) nunca se perde. Assim pois, digo sempre, esteja você no céu ou no inferno, diga sempre que “EU SOU”
Observa, quando existimos identificados (apegados) com o corpo existe a limitação de perciber “Aquilo que Somos”. Quando nos libertamos do apego material-emocional-mental, possibilita-se a percepção do Éter-Consciência, estando agora completamente abertos, mas todavia o indivíduo não quer libertar-se do apego às manifestações e isso é ego. Libera-te do ego, e então vives consciente “Eu sou o que Sou” (Absoluto).
Recorda as palabras de um Ser Realizado, “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. Matam o meu corpo, mas não podem matar-me a mim”.
O conhecimento e apego mental é a maior ignorância.
Nos Sutras encontram-se as cinco principais causas do porquê sofre a humanidade. Cinco coisas que nos causam dor, angústia e sofrimento, e cinco questões que nos impedem de chegar a um estado de iluminação. Falamos de Kleshas:
Avidya - O chefe deles. Com efeito, é devido a isto que surgem, e se expressam os outros quatro. Avidya significa IGNORÂNCIA. Não é como as coisas realmente são. É a ilusão que temos acerca de "nosso pequeno mundo" onde a maioria das vezes fechamos os olhos e o coração, e não deixamos que a verdade seja revelada.
OM TAT SAT
domingo, 11 de novembro de 2012
SENTIR MAIS ALÉM DE MAYA
Quem tem dito que não o sente? Observa se és o “Eu”
identificado, a Maya-ilusão ou se és o “Eu” em comunhão consciente no Absoluto.
Há que transcender o “Eu” ilusório para assim poder perceber o ”Eu Absoluto”.
Auto-indagação: recorda que o que nasce, morre. Se o que se alcança não é eterno, não merece a pena. Portanto, o que procuramos não é algo que surja como novo, mas apenas aquilo que é eterno, situação de que não somos conscientes disso devido aos apegos e erróneas identificações egóicas. Não percebemos o Eterno devido a Maya-ignorância. A identificação com a ignorância impede a experiência consciente daquilo que sempre “És”. Liberta-te de Maya-ignorância e sente o fluir fractal Holográfico do Universo dentro de ti.
Liberta-te do apego condicionado à mente (aquilo que não é) e percebe como aquilo que sempre “É” se ocupa de si mesmo.
Mais além da limitação de Maya, (corpo físico, corpo emocional, corpo mental), o “Eu Sou o que Sou” é Eterno. “Aqui e Agora”, podemos senti-lo.
OM TAT SAT
terça-feira, 23 de agosto de 2011
LIBERDADE
Vive-se conscientemente a Liberdade, quando conseguimos libertar-nos do erroneamente aprendido, (Maya-Ignorância).
A Intuição é o caminho do coração que te liberta da Razão, (Mente-Ego).
A Intuição é o caminho do coração que te liberta da Razão, (Mente-Ego).
“Obrigado”, hoje sou mais consciente de que as nossas vidas (passada-presente-futura) são o resultado das nossas decisões, enquanto manifestação fenoménica! De igual modo, sou consciente de que não existe nenhum “Eu” individual que realize ou aceite a responsabilidade das acções realizadas pelo corpo, enquanto possibilidade Fractal Universal.
Ser consciente, livre de desejos e apegos “Aqui e Agora” possibilita o estado de comunhão. Livrar-se dos desejos e apegos não implica despojar-se de roupas, laços familiares, a casa, etc., mas sim transformar as atitudes que nos escravizam e limitam a liberdade.
O Ser, realmente não opera através do corpo nem da mente. A Auto-indagação possibilita a experiência directa de que a mente não existe. Toda a acção baseada no apego de que o “Eu-Ego” é que actua, é “maya-ilusão”. O autêntico “Eu Sou o que Sou”, não imagina ou pensa que está a fazer algo. Mas, o Eu que imagina que faz algo, é uma ficção mental, é um mero conceito do Eu (ego, intelecto, memoria).
Na árvore, quando observamos as folhas, podemos ver cada uma separada da outra pertencentes a um ramo correspondente. Mas, ao nos afastarmos percebemos a árvore como uma unidade. Da mesma forma, perceberás ao praticar a Auto-indagação e sentirás a Unidade com o Universo. Agora a Consciência de “Eu Sou o que Sou” sente a Unidade do Universo no Absoluto.
Por isso, o Eu que imagina que faz algo, é uma ficção mental, é um mero conceito do Eu,(ego, intelecto, memória). No “Eu Sou o que Sou”, não existe nem pensador de pensamentos, nem autor de acções, nem consciência da existência individualizada. Aqui existe a LIBERDADE.
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